terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Vislumbres

Nenhum dos antigos portos
visitados, imaginados, sonhados.
velas queimadas
os gritos calados
o céu avermelhado
como o amor.

Navegar-te assim
vento, arco-íris
sal e dor.
Amanhecer  colorido
no dessabor.
Foi perdido?

Nada a declarar.
depois do silêncio
Depois dos afagos todos
das noites , nem sempre serenas
depois o despertar
dos sonhos que queria sonhar.

Sonhos e despertares.
Sonhos a mais sonhares.
sonhos que se fazem vivos
todas as noites
todos os dias
que me contares.

Nenhum comentário: