Hoje, me vesti de passado
Para viver alegrias antigas
Despi-me das certezas
Deixei que os sonhos me levassem
Para um tempo distante.
Hoje, nenhum sorriso
Nenhuma lágrima
Ninguém de mim se aproximará
Corpo quieto
Coração viajante
Em si mesmo
Labirintos e estradas
De se perder.
quinta-feira, 1 de maio de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Bah...
Quisera lúcido.
Amor que arrebata,
E faz sofrer
Que rima com dor
Distante do bem-querer.
Amor que arrebata
Posso te esquecer?
É veneno que corre nas veias?
É solidão que se avizinha?
Passagem para o sofrer?
Amor que rima com dor?
Não quero! Não pode ser...
Já conheço essa estrada
Sei que não vai dar em nada Sei bem como pode ser..
Amor brincalhão...
Que brinca com o sério
Que dá tesão
De vida e brilha
Mesmo na escuridão.
Amor dos pampas
Com sotaque e cusco
Que em meio a dores tantas
Eu ainda busco
E trago na lembrança.
Amor sem razão
Sem ter nem por quê
Que só maltrata, não afaga
Que destrói os sonhos
Que acaba com a ilusão.
Amor ou paixão?
Brilho nos olhos, ilusão?
Falta da boca, fome?
Falta de ti...
Não tem outro nome...
20/3/2014
Amor que arrebata,
E faz sofrer
Que rima com dor
Distante do bem-querer.
Amor que arrebata
Posso te esquecer?
É veneno que corre nas veias?
É solidão que se avizinha?
Passagem para o sofrer?
Amor que rima com dor?
Não quero! Não pode ser...
Já conheço essa estrada
Sei que não vai dar em nada Sei bem como pode ser..
Amor brincalhão...
Que brinca com o sério
Que dá tesão
De vida e brilha
Mesmo na escuridão.
Amor dos pampas
Com sotaque e cusco
Que em meio a dores tantas
Eu ainda busco
E trago na lembrança.
Amor sem razão
Sem ter nem por quê
Que só maltrata, não afaga
Que destrói os sonhos
Que acaba com a ilusão.
Amor ou paixão?
Brilho nos olhos, ilusão?
Falta da boca, fome?
Falta de ti...
Não tem outro nome...
20/3/2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Rota de colisão ...
Todas as vezes em que me ignoras
Tendo a fugir de ti
Todas as vezes em que te procuro
E me evitas
Tendo a fugir de ti...
Fujo de ti...
E de mim.
Porque te quero
E me perco nos braços
Que me abraçam
Quando me evitas .
Fujo de ti e me perco
Porque quero voltar
E cada dia mais difícil
É encontrar o caminho
O teu olhar...
São muitas as estradas de partir
Poucas as de te reencontrar
Muitas as noites de solidão
Em que busco outro encontrar
Saudades, vazios, solidoes
Noites de dor sem par
O que faço com esse amor ?
Devo nos abandonar ?
Devo deixar que outro ocupe
Aquele que foi nosso lugar ?
Tendo a fugir de ti
Todas as vezes em que te procuro
E me evitas
Tendo a fugir de ti...
Fujo de ti...
E de mim.
Porque te quero
E me perco nos braços
Que me abraçam
Quando me evitas .
Fujo de ti e me perco
Porque quero voltar
E cada dia mais difícil
É encontrar o caminho
O teu olhar...
São muitas as estradas de partir
Poucas as de te reencontrar
Muitas as noites de solidão
Em que busco outro encontrar
Saudades, vazios, solidoes
Noites de dor sem par
O que faço com esse amor ?
Devo nos abandonar ?
Devo deixar que outro ocupe
Aquele que foi nosso lugar ?
Questões ...
O que fazer dos intervalos
Dos dias, das noites
Em que não sei de ti?
O que fazer dessa falta
Latente
Ardente...
Falta de ti...
O que fazer tão longe
Te vendo voar
Para outras direções ?
O que fazer pra acalmar minha aflição
O que fazer pra te trazer pra perto
O que fazer, meu coração ?
Dos dias, das noites
Em que não sei de ti?
O que fazer dessa falta
Latente
Ardente...
Falta de ti...
O que fazer tão longe
Te vendo voar
Para outras direções ?
O que fazer pra acalmar minha aflição
O que fazer pra te trazer pra perto
O que fazer, meu coração ?
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Primeiro Canto..sem encanto
Nunca foste para mim
Inverno e verão
Foste como uma primavera
Que passou em vão.
Nunca foste o caminho a trilhar
Uma charneca, uma alameda
Espaços curtos de cruzar
Distância pra ir e voltar.
Nunca foste o meu verde
Embora ele brilhe em teu olhar
Um azul talvez, um lampejo
Não a cor do meu desejo..
E o tempo acabou.
Acabou-se o riso, acabou-se a cor
Acabou o que se pensou
Que um dia viesse a ser amor.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Outra vez
Outras as mãos
Não as tuas
Outra boca
Não a tua
Todas as palavras
Menos as tuas.
Quero a ti
Tu que me foges
Tu que só me quiseste
Quando te fugi
A tua boca que só me quis
Quando entendi
Que contigo não seria
Mas quero a tua
A tua boca
As tuas mãos no meu corpo
As tuas mãos nas minhas mãos
O carinho nervoso
Tenso, que sempre foi o teu
Quero o teu olhar
Verde, para o além,
Para o piar , que tu conheces bem
Quero o teu jeito
Machista, meu Deus!
Logo eu! Quero!
Quero-te todo ,por perto,
Quero me embriagar contigo,
De todos os álcools
Que emanam do corpo
Que se derramam das garrafas
Quero contigo beber...
Quero acender todos
os fogos
E esperar que se consumam
Em carícias, em temperaturas
Que se alternem
Em desejos e sonos
De nossos corpos.
Quero o sonho de estar contigo.
Quero a liberdade que me dás,
De não me exigires nada
De não me entregares nada
Embora eu quisesse tanto
Ter o teu amor...
Quero
E como quero...
Te ter por perto
Pra que eu possa ser feliz
Pra que possa reviver
Os dias felizes em que vieste....
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Desencontro
Teu corpo é
veludo
Que cheira
a jasmim
Diz a voz
que não é a tua
E está ao
pé de mim
Mas a tua
mão não me sente assim
Mas o teu
olfato não sabe de mim
Por isso
não me queres?
Por isso
não sabes de mim?
Teu
corpo tem o vigor
Das ninfas,
que amam sem fim
Por que não
é tua voz
Que repete
isso pra mim?
Acariciar-te
é bom demais
Teu corpo
me dá prazer renovado
Diz-me a
voz ao ouvido
E só quero
te ter ao meu lado
De
desencontros e solidões
Viveu meu
corpo isolado
Da tua boca,
teu carinho
Vivi sem te
ter a meu lado
Estranha
ironia!
só tu não me amas
só tu não me queres a teu lado
Logo tu,
que eu queria
Que fosses
meu amado...
Assinar:
Postagens (Atom)
